Em: 24 de outubro de 2017 as 12:28

Município realiza inclusão do Projeto de Zoneamento e Gestão de Patrimônio Histórico e Arqueológico

Aconteceu na manhã desta terça-feira (24), no Auditório da Câmara Municipal de Vereadores, a apresentação do Projeto de Zoneamento e Gestão de Patrimônio Histórico e Arqueológico do Município de Ipanguaçu, com o tema: Conceito e Valorização do Patrimônio Cultural, Histórico, Arqueológico e o papel da escola neste processo. Na oportunidade estiveram participando do momento o prefeito Valderedo Bertoldo, secretários municipais e demais servidores do executivo, vereadores, representantes de conselhos, professores e sociedade em geral.

Na ocasião, o prefeito Valderedo declarou que a gestão irá assegurar o compromisso de desenvolver políticas públicas de promoção ao fortalecimento da cultura e do turismo ipanguaçuense, abrangendo ações por todas as comunidades. Assim como este, o gestor ressaltou que outros projetos e metas já estão sendo debatidos.

A palestra ministrada pelo Professor Dr. Roberto Airon Silva, Coordenador do Laboratório de Arqueologia, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em parceria com o responsável pelo projeto, o Professor Doutorado Janildo, explanou sobre diferentes tipos de patrimônio, e destacou a possibilidade de se poder desenvolver ações orientadas no âmbito das instituições escolares. Tal trabalho se concretiza na proposta da Educação Patrimonial, perspectiva pedagógica que visa a um processo de valorização, conhecimento e preservação.

O município que formalizou inclusão ao Polo Costa Branca a alguns meses, concretiza em tão pouco tempo mais uma ação histórica. A integração do Projeto de Zoneamento e Gestão de Patrimônio Histórico e Arqueológico proporcionará uma nova perspectiva de visão, assegurando para as gerações futuras a possibilidade de conhecer seu passado, suas tradições, sua história, os costumes, a cultura, a identidade de seu povo.

Do patrimônio cultural fazem parte bens imóveis tais como igrejas, casas, praças, conjuntos urbanos, e ainda locais dotados de expressivo valor para a história, a arqueologia, a paleontologia e a ciência em geral. Nos bens móveis incluem-se, por exemplo, pinturas, esculturas e artesanato. Nos bens imateriais considera-se a literatura, a música, o folclore, a linguagem e os costumes.

A Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo implanta o projeto com o intuito de apresentar questões no que diz respeito à Educação Patrimonial no campo da Arqueologia, aproximando e enfatizando sempre que possível, a importância do nosso rico patrimônio cultural.

 

Fonte/Fotos: Assessoria de Comunicação

Últimas manchetes